Olha que legal...

O surgimento da internet provocou uma revolução sócio-cultural de alcance e velocidade jamais vistos na história da humanidade. Praticamente nenhum aspecto social ou cultural ficou imune ao poder da Web. É claro que o Marketing foi um dos principais destes aspectos afetados. Da compra online aos modos de divulgação é imensa a gama de novos paradigmas e possibilidades. Mas dentro das modalidades de influência da internet no Marketing, um dos que me chama mais atenção é a maneira como ela potencializa idéias já sedimentadas e remodela formas de comunicação eficientes. É o caso do atualíssimo marketing viral.

Marketing viral nada mais é do que a versão "turbinada" do famoso boca-a-boca. a idéia é simples: faça algo que as pessoas gostem e elas farão propaganda espontânea disso. Todo comerciante ou prestador de serviço sabe que um cliente bem atendido vai indicar o produto/serviço para pessoas próximas. O melhor desta propaganda é que o fornecedor pega carona na credibilidade de quem é conhecido pelo consumidor em potencial e/ou testou o produto sem gastar nada ou muito pouco para isso. Foi justamente a internet que elevou o "boca-a-boca" ao status de "marketing viral", uma vez que amplificou muito o alcance de cada "anunciante involuntário".  Com um único clique alguém bem relacionado na web pode atingir milhares de pessoas e, assim, a propaganda vai se disseminando em velocidade espantosa.

Alguns exemplos bacanas de marketing viral.

Quando a Google lançou o Orkut e o Gmail (e atualmente o Google +) ela convidou algumas pessoas e não ofereceu cadastro direto aos serviços. Somente recebendo um convite as pessoas poderiam fazer parte. isto gerou uma tensão entre oferta e procura que provocou um enorme rumor, o chamado "buzz", na mídia se tornando logo objeto de desejo da grande maioria dos internautas.

O youtube virou talvez o principal palco (tirando as caixas de entrada de email) do Marketing Viral. Cada vez mais as pessoas usam os videos caseiros (ou nem tanto) para promoverem-se pessoal ou profissionalmente. Um fenômeno brasileiro recente que foi muito comentado é o caso da "Banda mais bonita da cidade". Quem não viu o clipe e não ficou com a música na cabeça? Sem falar na propaganda da propaganda, ou seja, os clipes homenageando ou parodiando o clipe. A banda passou de local para nacionalmente conhecida e comentada em questão de horas.



Outro exemplo interessante, que também explora o recurso do vídeo é a ação institucional que "faz propaganda sem fazer propaganda". É aquela em que uma empresa usa um mote aparentemente não comercial para divulgar sua marca e reforçar ou criar uma imagem positiva junto aos consumidores. Cito aqui o clipe da Vivo para o dias dos namorados, usando a música "Eduardo e Mônica" da Legião Urbana. No dia que foi lançado o clipe bombou nas redes sociais imediatamente. Logo surgiu a acusação de plágio de uma antiga ação da Claro muito semelhante na proposta. Sem entrar no mérito da questão do plágio, esta acusação gerou o tal "buzz" que sustentou o clipe lá no alto por muitos dias após o lançamento.



Por fim, vejo o marketing viral como a principal vocação do Twitter. Por causa da simplicidade de sua dinâmica, nenhuma outra ferramenta tem o mesmo poder viral do Twitter. O poder dos tweets e retweets é realmente impressionante.

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Grande abraço

Marcelo Oliveira


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